Desde Portugal

por as1944

Portugal.

Source:Philosmeitisme

El profesor del Instituto Superior de Estudos Financeiros e Fiscais (IESF) Pedro Arroja escribe en su blog(1) ,en el cual denigra muchas veces a los judios,que un judio no puede ser “Secretario de Estado de la cultura de un país de cultura católica como es Portugal”.Pedro Arroja es católico de derechas. Dirige el grupo financiero Pedro Arroja . No dice si excluye a los judios de su clientle y de sus clases. Por supuesto esto no afecta a su carrera en un país progresista,ni a su carrera profesional.

El atacado es Francisco José Viegas(foto),escritor  traducido al francés .La Croix. Porque…SE HA CONVERTIDO AL JUDAISMO y eso supone un problema para Arroja.

...Según él una tal denominación nunca sería aceptada en España ni en ningún país de América Latina.

Notas:

1.

30 Agosto 2011

definitivamente

 

Pronto. Está comprovado. A cultura popular portuguesa é, de facto, uma cultura fantástica, imensamente permissiva e tolerante. Aceita tudo. Não há outra igual.

Eu tinha acabado de escrever um post relatando um caso de discriminação anti-católica praticada por judeus e protestantes. Em seguida lembrei-me do seguinte: agora, vou escrever outro post para ver se os católicos discriminam contra os judeus (este).

Neste post, afirmei que um judeu (cf. aqui) não pode estar à frente da Secretaria de Estado da Cultura de um país de cultura católica, como é Portugal. As reacções foram as que eu esperava. Primeira, praticamente todas discordantes, como é próprio de um povo de cultura católica. Segunda, a maior parte a pôr a mão por baixo do Secretário de Estado da Cultura e sob os mais variados argumentos (resumindo-se, na prática, a que é um tipo simpático: “Coitado do homem, porque é que não havia de poder ser SEC, se os outros também são?”. Terceira – esta eu antecipava por experiência passada -, algumas seriam insultuosas, reflectindo o carácter intelectualmente bronco da cultura popular portuguesa, e eu não tive dificuldade em encontrar imediatamente uma que era exemplar a este respeito.

Já expliquei, em vários posts anteriores, a razão de ser dos dois primeiros tipos de reacções. Falta explicar as do terceiro tipo. Um povo de cultura católica, por esta ser uma cultura universal, há-de ter uma grande capacidade para se pôr na pele das pessoas de outras culturas, para chorar as suas dores e sofrimentos, e rejubilar com as suas alegrias. É por isso que em Portugal – um país que praticamente não tem judeus -, perante uma crítica, existem defensores mais acérrimos dos judeus do que em Israel, defensores mais acérrimos dos tanzanianos do que na Tanzânia, defensores mais acérrimos dos australianos do que na Austrália, para não falar em defensores mais acérrimos dos timorenses do que em Timor. (É claro que estes defensores acérrimos são-no apenas pela palavra, nunca arriscando o corpo pelos ofendidos).

Falta acrescentar um pormenor: a história de discriminação anti-católica que eu tinha contado antes, nem sequer foi lembrada. Um povo de cultura católica não tem memória, os factos, os exemplos e a História não contam para nada.

Finalmente, de volta à questão principal: é ou não importante que um Secretário de Estado da Cultura partilhe a cultura do seu país (no caso de Portugal, a cultura católica)?. Já se viu que em Portugal isso não é importante, como não seria em Itália, em Espanha ou em qualquer país católico da América Latina.

Mas noutros países é importante. Por exemplo, experimente sugerir ao governo de Israel para pôr a Secretário de Estado da Cultura um católico. Mas Israel nem sequer é excepção. Faça a mesma sugestão a um governo inglês, dinamarquês ou sueco, e observe a resposta.

Enfim, diferenças de culturas. A cultura católica – a cultura popular, bem entendendido – é definitivamente a mais tolerante e permissiva. Aceita tudo, engole tudo. Um judeu a Secretário de Estado da Cultura em Portugal … Francamente, só com um pano encharcado … (em quem o escolheu para o lugar).

 

Publicada por Pedro Arroja em 00:02  

2.

O Grupo Financeiro Pedro Arroja encontra-se no mercado desde a década de 90, há mais de dez anos, inicialmente apenas no domínio da Consultoria Financeira. E, a partir de 2000, também na Gestão de Patrimónios, como principal área de actividade, sendo esta supervisionada pelo Banco de Portugal (licença nº223), pela CMVM (licença nº 273) e, em Espanha, pela CNMV (licença nº 939).

QUEM SOMOS

A nossa missão é a de prestar Serviços Financeiros de elevada qualidade que permitam rentabilizar de forma eficaz os capitais dos nossos clientes, quer empresas quer particulares. Para o efeito, o Grupo Financeiro Pedro Arroja  está especializado na Gestão de Patrimónios e na Consultoria Financeira.

Nós acreditamos que o sucesso se atinge através da independência de espírito, do trabalho árduo e da disciplina, da inovação e da transparência,  da lealdade e do respeito pelos compromissos que assumimos.
Estes são os valores que cultivamos. A nossa primeira lealdade é para com os nossos clientes, promovendo, com trabalho árduo, a valorização robusta dos seus patrimónios, a procura de soluções eficazes para a gestão dos seus cash-flows, a rentabilização dos fundos de reforma das empresas e dos particulares, incluindo a gestão financeira.

Para os seus accionistas, o grupo de empresas mantém o compromisso de valorizar os capitais que eles nelas investiram. Aos seus colaboradores, o grupo oferece condições ímpares de desenvolvimento pessoal e profissional. Aos seus fornecedores, prometemos sempre cumprir escrupulosa e pontualmente os contratos que com eles firmamos. Em relação às entidades de supervisão e controlo, bem como em relação à administração fiscal do país, cumpriremos as nossas obrigações, cumpriremos sem desvio as leis e regulamentos que regem o nosso sector de actividade, respeitando ainda os códigos éticos e deontológicos que nos obrigam.

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One Comment to “Desde Portugal”

  1. Bueno creo que en Israel estuvo de Presidente un árabe un tiempo..Creo que meter la religión en todo es fatal para la vida mental de los pueblos..El ejemplo lo tenemos en el Islam..Si un señor es profesionalmente capacitado para dársele un puesto pues déselo sin ver si es o católico o sintoista o judio..Es la meritocracia que se instituyó tras la caida del feudalismo pero me da la impresión que el feudalismo vuelve de la mano de los mas tontos..

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