Archive for julio 13th, 2013

julio 13, 2013

Pallywood: Nunca se detuvo a un niño de 5 años.

por Tersites

Todos vimos el video grabado por el grupo izquierdista B’tselem izquierda que muestra a unos  soldados que llevan al niño, Wadi ‘Maswada, a casa de sus padres. Los soldados esperaron  allí hasta la llegada del padre del niño, Karim Maswada, unos 30 minutos más tarde. El niño y su padre fueron trasladados al centro de mando de las FDI mas cercano y entregados a la policía la Autoridad Palestina.

NUNCA SE DETUVO AL NIÑÓ

Ni siquiera las imagenes del video muestran ninguna detencion

Durante todo el tiempo, el niño va acompañado de un joven árabe que sostiene su mano, y que parece ser su pariente.

Cuanta crueldad sionista!

Unl portavoz del ejército israelí dijo  a Haaretz: ““Lamentamos decir que B’tselem ha elegido diseminar videos de este tipo a los medios de comunicación de una manera sesgada, antes de conocer los detalles de la IDF. El menor estaba tirando piedras a una carretera en Hebrón. Una unidad del ejército israelí paró al menor de edad, lo llevó con  sus padres y lo transfirieron a los policía de la Autoridad Palestina, para que puedan procesar el caso de una manera ordenada”

NUNCA SE DETUVO AL NIÑO

Ben Dror Yemini, escribió sobre el incidente, que recibió previsiblemente mucha atención en los medios de comunicación israelíes y extranjeros: “El día en que un soldado israelí detuvo al niño palestino, otras 100 personas murieron en Siria, la mayoría de ellos inocentes ...

¿Quien paga a Betshelem?

julio 13, 2013

Peligrosa sionista se recupera satisfactoriamente

por Tersites

De lo cual me alegro mucho

Adele Bitton se está recuperando de sus heridas

Todos conocemos a Adele Bitton

Adele Biton es una “peligrosa” sionista de tres años de edad (no dejen que su corta edad les confunda, ya a esa tierna edad los sionista merecen castigo preventivo, no ya por los delitos cometidos, si no por los que cometeran en el futuro, por ejemplo : formar una familia, ser un buen vecino, un buen amigo, y no desear el califato universal bajo la egida del islam) que fue alcanzada por unas “inofensivas” piedras palestinas lanzadas directamente sobre ella y su madre y hermanos (perfidos sionistas) por un “pacifico” arabe que cree pertenecer a una nacionalidad inexistente hasta hace pocos años

Esta es la peligrosa sionista Adele Bitton:

Pero a veces pienso, …

…surge en mi la duda …

… de si lo peor de todo es que haya un hijop%&a que haya intentado asesinar a una niña inocente,

o lo peor son los buitres y las hienas que lo justifican

Fuente: Algemeiner

 

julio 13, 2013

Estaria Netanyahu Indo para a Esquerda?

por jvanildes

Estaria Netanyahu Indo para a Esquerda?

por Daniel Pipes
The Washington Times
5 de Julho de 2013

http://pt.danielpipes.org/13084/netanyahu-esquerda

Original em inglês: Is Netanyahu Turning Left?
Tradução: Joseph Skilnik

Seja o primeiro de seus amigos a curtir isso.

Com a Síria e o Egito em chamas, o que leva o Secretário de Estado dos EUA John Kerry a voltar ao Oriente Médio pela sexta vez desde fevereiro para se dedicar ainda mais à diplomacia de ponte aérea israelense-palestina?

Em parte porque ele e outros tantos liberais acreditam que a guerra árabe e iraniana (e agora turca?) contra Israel se resume no conflito israelense-palestino, consequentemente enfatizam demasiadamente essa dimensão, em parte também porque Kerry endossa a ilusão liberal de que os problemas relacionados a Israel constituem o “epicentro” da região (conforme declarou certa vez James L. Jones, então conselheiro de segurança nacional de Obama) logo, sua solução deve preceder o engajamento nos demais problemas do Oriente Médio.

John Kerry tentando convencer Binyamin Netanyahu.

Mas é possível que haja outra razão que justifique o entusiasmo de Kerry: ao avaliar o Primeiro Ministro de Israel Benjamin Natanyahu, descobriu que ele está seriamente comprometido em fazer um acordo com os palestinos, não fingindo só para agradar Washington.

De qualquer maneira, é a tese de David M. Weinberg da Universidade Bar-Ilan em um artigo no Israel Hayom: “Netanyahu tem feito declarações atipicamente entusiasmadas em relação ao processo diplomático, declarações que vão além da esperada troca de ideias sobre o desejo de Israel de se envolver com os palestinos e negociar uma solução de dois estados”. Weinberg acha que Netanyahu “está desesperado para que haja algum movimento diplomático, [tendo] aceito o argumento da esquerda que o status quo é insustentável”. Weinberg entende que haja preparativos em andamento para uma “iniciativa unilateral israelense para ceder partes significativas da Judéia e Samaria”.

Por que Netanyahu, que não fez uso dessa plataforma durante a campanha, estaria fazendo tais planos? Weinberg dirige os olhos para a política interna:

Netanyahu não tem outro projeto de âmbito nacional para sustentar seu cargo de primeiro ministro. Ele necessita uma nova mensagem com o objetivo de reposicioná-lo como líder e a questão palestina é a única coisa de que dispõe. A liderança em questões econômicas e sociais foi capturada pelos concorrentes políticos Yair Lapid e Naftali Bennett. Ele não pode fazer praticamente nada em relação a complicada situação na Síria ou no Irã. Sua função é responder de maneira sensata e cuidadosa ao desenrolar dos acontecimentos nessas frentes e não envolver Israel em um confronto.

Segundo Weinberg, uma retirada unilateral de Israel “pegaria a aliança Lapid-Bennett de surpresa, algo que representa a mais alta prioridade política de Netanyahu”. O primeiro ministro poderia então “regozijar-se frente aos elogios da elite de Washington e Tel Aviv”, angariar apoio eleitoral da esquerda e do centro e aparentemente alcançar mais uma vitória nas urnas.

Essa explicação não me convence: O Irã representa uma ameaça potencialmente existencial a Israel e lidar com isso é de longe suficiente para “sustentar seu cargo de primeiro ministro”. A população de Israel está focada em Teerã, e Netanyahu, que se vangloria por dedicar 70% do tempo em questões de segurança, dificilmente necessitaria de envolvimento diplomático com Mahmoud Abbas para provar sua liderança.

David Ben-Gurion (1886-1973), o padrão segundo o qual os primeiros ministros israelenses subsequentes se autoavaliam. Revista Time, 16 de agosto de 1948.

Melhor dizendo, sua motivação encontra-se em outro lugar: assim como ocorreu com outros primeiros ministros de Israel, Netanyahu sofre do que eu chamo de “complexo Ben-Gurion”, o desejo de entrar para a história judaica como líder renomado. (David Ben-Gurion geriu a fundação do moderno Estado de Israel). Em seu terceiro mandato, primeiro ministro com mais tempo no cargo (após o próprio Ben-Gurion), Netanyahu é muito suscetível a essa ambição.

Pós 1948, o complexo Ben-Gurion significa acabar com as ameaças externas contra Israel. Infelizmente, essa digna ambição já influenciou muitas duplicidades e distorções. Conforme relatei o fenômeno em 2004, “primeiro, cada primeiro ministro eleito [desde 1992, Yitzhak Rabin, Ehud Barak, Ariel Sharon e Netanyahu] não cumpre a promessa sobre como lidar com os árabes. Segundo, cada um deles adotou uma abordagem inesperada envolvendo concessões”.

Netanyahu fez uma promessa de campanha em 1996 que, se eleito, Israel “jamais sairia do Golan”, mas dois anos depois tentou oferecer a Damasco todo o território do Golan em troca de um simples pedaço de papel. (Imagine as consequências hoje, se Netanyahu tivesse feito esse acordo, com a Síria em chamas e as unidades da Al-Qaeda se aproximando das fronteiras de Israel). Felizmente, seus colegas de gabinete não permitiram que ele implementasse essa insensatez.

Graças a importantes membros do gabinete, Israel mantém o controle das Colinas de Golan, do lado sírio, como mostra a foto acima.

Nos dias de hoje, um consenso de centro-esquerda entoa que eliminar a ameaça externa contra Israel requer um acordo, com os palestinos, de dois estados. (Eu discordo). Será que Netanyahu irá para a esquerda, desafiará seu eleitorado e assinará um acordo desses para se reeleger? O padrão volúvel dos primeiros ministros, acrescido da biografia de Netanyahu, tem me causado preocupação sobre uma traição dessa natureza em seu mandato desde 2009.

Mas quem sabe seremos poupados de sabermos da resposta: A intransigência palestina está aborrecendo Kerry e pode, novamente, tirar a pressão diplomática das costas de Israel.

julio 13, 2013

ESCÁNDALO: Hay un acuerdo Secreto por 8.000 millones de dólares entre Obama y la Hermandad Musulmana

por edwin2295

A continuación se muestra un resumen del video en árabe que revela un acuerdo entre Barack Hussein Obama y la Hermandad Musulmana de Mohamed Morsi para dar 40% del Sinaí a Hamas a cambio de $8000 millones que supuestamente ya han sido abonados Morsi por parte de Obama.

No es de extrañar que Obama estè pidiendo al ejército egipcio para que libere a Morsi

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Esta es una traducción en Google de la historia, que aparece en francés del  Poste deVeille  en Canadá:

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julio 13, 2013

Presidente Putin ordena que las tropas rusas entren en una plena disposición combativa.

por edwin2295

A las 01:00 hora de Moscú las Fuerzas Armadas de la Federación de Rusia comenzaron su más ambiciosa  alerta en la historia de la Rusia post-soviética informa el Servicio de Prensa de Información del Ministerio de Defensa.

Presidente Putin ordena que las tropas rusas entren en una plena disposición combativa Presidente Putin ordena que las tropas rusas entren en una plena disposición combativa ¿Por que?¿Que traman?

El viernes por la noche durante una reunión con el ministro de Defensa, Sergei Shoigu, el presidente ruso Vladimir Putin ordenó una instrucción militar inesperada llamando a todas las fuerzas para entrar en un estado de combate a plena disposición a partir de la noche del 13 de julio, en el Distrito Militar del Este.

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julio 13, 2013

La verdad sobre Hizbulah

por Tersites
julio 13, 2013

La foto de la semana

por Tersites

Hay que ser rematadamente estupido para meter en un mismo mural  a personajes de comic estadounidenses (Hulk, Capitan America, Batman, …) con el criminal Adolfito

Pues ha ocurrido en una universidad tailandesa

El autor del mural, ademas de ser un aborregado, es un completo ignorante en el mundo del comic, pues precisamente algunos de esos personajes combatieron al cabo austriaco en el papel

El Capitan America:

Superman:

Superman, el heroe judio, achuchando al cabo austriaco y su amigo nipon

O Batman:

Fuente: ThetimesofIsrael

julio 13, 2013

Estos son los pacificos activistas “propalestinos”

por Tersites

¿Por que los anti israelies siempre son violentos?

¿Casualidad?

Lo dudo

Este video no me ha gustado nada, en el se ve a una chica escribiendo en el suelo en hebreo y es, literalmente, agredida y acosada, por una cobarde israelifoba envalentonada por el apoyo tacito de resto de personas que lejos de reprender a la agresora continuan con el acoso

 

julio 13, 2013

El arsenal de Hizbulah

por Tersites

Gracias a Iran, la organizacion terrorista Hizbulah ha renovado y aumentado su armamento

Ya tienen 60.000 misiles

La progresia occidental puede estar contenta

IDF Says Hezbollah Weapons Cache Exceeds 60,000 Rockets, All Israel in Range”

60.000 misiles y 1.000 instalaciones terroristas expandidas por el sur del Libano. Tal es el crecimiento de su arsenal que la organizacion mafiosoterrorista dispone de más misiles que algunos estados del mundo

Esto supone, por parte de la organizacion nazi terrorista, la violacion de varias resoluciones de la ONU

Una organizacion terrorista, mafiosa, teocratica y fascista, dirigida por unos “iluminados de Alá” dispone de 60.000 misiles y al parecer a nadie en occidente le preocupa

Increible

julio 13, 2013

Reflexiones de la invasión de Irak

por goal

CABECERA DE DANIEL PIPES

 

por Daniel Pipes 
18 de marzo 2013

http://es.danielpipes.org/blog/2013/03/reflexiones-invasion-irak

Original en Inglés: Reflexiones sobre la invasión de Irak

¿Cómo interpretar la empresa expedicionaria que encabezada por Estados Unidos atacó Irak hace exactamente una década, el 18 de marzo de 2003?

El régimen de Saddam Hussein era uno de los más monstruosos de la historia de la humanidad, que sometía a unos 20 millones de personas a su voluntad cruel y caprichosa y que, sin mediar provocación, atacó a varios vecinos suyos (Irán y Kuwait en concreto, a Israel y a Arabia Saudí también). Además, aspiraba a dominar el comercio mundial de gas y petróleo e intentaba construir armas nucleares. Es difícil imaginar una amenaza mayor a la vida civilizada.

La década posterior ha visto la vuelta al desagradable más común de Oriente Próximo. Problemas vecinales, agitación política, el crecimiento islamista, malas relaciones con los vecinos pero sin gasear a los propios por lo menos, invasiones al vecino o amenazas a la economía mundial. Es lo que esperaría cualquiera – de no ser porque George W. Bush se convención y convenció inocentemente a otros de que Irak podía ser libre y hasta un referente para la región. Encabezó una empresa billonaria que costó miles de vidas y se quedó dolorosamente corta.

De manera que sí, Irak y el mundo están mejor sin Saddam. Pero las grandes esperanzas puestas en la reconstrucción del gobierno estadounidense se han visto decepcionadas. Esto debería de servir de oportuna lección de cara a futuras tentaciones de “construcción de la identidad nacional”: las potencias occidentales disfrutan de una aplastante superioridad en combate, pero se enfrentan a enormes dificultades cuando intentan modelar otros países. No hay que intentar lo segundo a menos que los riesgos lo justifiquen y de que esté presente la voluntad para hacerlo

Categoría del Artículo:  IraqPolítica exterior de los Estados UnidosEste texto podrá ser reproducido o reenviado mientras sea presentado en su integridad junto a información completa acerca de su autor, fecha, lugar de publicación y dirección web original.

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julio 13, 2013

Soldado recibe sentencia de 16 años por intento de espionaje

por goal

CACECERA DEL FBI

 

Mapa de Alaska

A 22 años de edad, agente de la policía militar en Alaska ha sido condenado a una pena de cárcel de 16 años en el marco de sus esfuerzos por vender documentos secretos a una persona que creía que era un oficial de la inteligencia rusa.

En 2011, William Millay estaba estacionado en la Base Conjunta Elmendorf-Richardson cerca de Anchorage cuando comenzó a hablar-y solicitar ayuda de otros-los militares con respecto a la venta de información de defensa nacional clasificada a los rusos.

Este caso realmente lleva a casa el punto de que la amenaza interna está vivo y bien”, dijo el agente especial Sam Johnson, quien supervisa un equipo de seguridad nacional en nuestra División de Anchorage. “Es por eso que las investigaciones de contrainteligencia siguen siendo una alta prioridad para el FBI . ”

Millay, que se unió al ejército en 2007 y había servido una gira de combate en Irak, se sabe que tienen fuertes puntos de vista y, a veces radical de las fuerzas armadas y el gobierno de los EE.UU.-tatuajes supremacistas blancos en su cuerpo probablemente refleja su ideología.Pero su intento de espionaje no tenía nada que ver con la ideología o la política, dijo Johnson.En cambio, fue motivado por la avaricia.

“El dinero era lo que buscaba”, explicó Johnson.”Él estaba dispuesto a vender la información a poner en peligro potencialmente sensibles a sus compañeros militares, así como la seguridad del país-para un día de pago.”

El oficial ruso que creía que estaba tratando, sin embargo, era en realidad un agente encubierto del FBI.El caso juega como una película de espías, con Millay colocar documentos secretos sobre la tecnología militar a un drop dead sitio-a esconderse ya concertada lugar-y más tarde recuperar un pago de 3.000 dólares a cambio.

Después de una extensa investigación, Millay fue detenido en octubre de 2011, además de intento de espionaje, fue acusado de solicitar a otra persona para cometer espionaje. Se declaró culpable de estas y otras violaciónes del Código Uniforme de Justicia Militar en un procedimiento judicial militar en marzo y fue condenado por un panel de miembros del ejército a principios de este mes.

 

La investigación reveló que Millay se había acercado a varios soldados de su plan de traición, dijo el agente especial Derrick Criswell, que trabajó el caso. “Algunas de las personas que hizo declaraciones no lo tomaron en serio”, señaló Criswell “, pero algunos sí. Sin embargo, nadie vino a denunciar a su actividad “.

Tanto Criswell y Johnson consideran que el hecho de que nadie informó Millay ilustra además la necesidad de aumentar la conciencia sobre las amenazas internas y el riesgo que supone para la seguridad nacional. “Una persona puede hacer una enorme cantidad de daño”, dijo Johnson.

Los deberes de Criswell como investigador contrainteligencia incluyen presenten informes a las organizaciones gubernamentales y de la industria con respecto a espionaje y las amenazas internas. A pesar de su familiaridad con el problema, sin embargo, Criswell añadió: “Aún es impactante y siempre decepcionante para identificar a cualquier persona que está dispuesta a traicionar a su país de esta manera.”

La Oficina investigó el caso junto con Contrainteligencia del Ejército y la Fuerza Aérea Oficina de Investigaciones Especiales. “Este ha sido un caso significativo de Alaska”, dijo Johnson, quien agregó: “Es la primera detención de espionaje conocida y persecución de que soy consciente de en el estado. Y si puede suceder aquí, puede ocurrir en cualquier lugar “.

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julio 13, 2013

Aprendizaje a través del crimen en Boston

por goal

CABECERA DE DANIEL PIPES

 

http://es.danielpipes.org/12796/aprendizaje-traves-crimen-boston

Original en Inglés: Educación por asesinato en Boston

¿Cuál será el impacto a largo plazo del atentado contra la Maratón de Boston del 15 al 19 de abril y la consiguiente búsqueda sacada de una película de acción y muerte de un total de cuatro personas con heridas a 265?

Empecemos por cuál no será el impacto. No unificará a la opinión norteamericana; si el lema de “Unidos Permanecemos” duró unos breves meses tras el 11 de Septiembre, el consenso después de Boston será todavía menos longevo. La violencia no conducirá a la adopción en Estados Unidos de medidas de seguridad de corte israelí. Tampoco conducirá a una mayor preparación a la hora de gestionar los mortales actos de violencia obra del síndrome de la yihad súbita. No pondrá fin al acalorado debate en torno al móvil de los indiscriminados actos musulmanes de violencia contra no musulmanes. Y desde luego no va a ayudar a cerrar los actuales debates en torno a la inmigración o las armas de fuego.

Lo que hará es muy importante: empujará a algunos occidentales a llegar a la conclusión de que el islamismo es una amenaza a su estilo de vida. De hecho, cada acto de agresión musulmana contra no musulmanes, sea violento o cultural, recluta más activistas para la causa anti-yihad, atrae más votantes a los partidos minoristas, concentra más manifestantes en las iniciativas civiles contra los inmigrantes e interesa a más donantes de causas anti-islamistas.

Aprendizaje a través del crimen es el nombre que puse a este mecanismo en el año 2002; los que vivimos en democracias aprendemos del islamismo sobre todo cuando corre la sangre en la calle. Los musulmanes partieron con una enorme reserva de buena disposición porque el ADN occidental incluye la simpatía hacia los extranjeros, las minorías, los pobres y la gente de color. Los islamistas disolvieron a continuación este aperturismo participando de atrocidades o manifestando posturas supremacistas. El terrorismo de altos vuelos en Occidente — el 11 de Septiembre, Bali, Madrid, Beslán, Londres – es lo que mejor desplaza a la opinión pública.

Lo sé porque atravesé este proceso de primera mano. Sentado en un restaurante de Suiza en 1990, Bat Ye’or me esbozó sus miedos referentes a las ambiciones islamistas en Europa, pero yo pensé que era una alarmista. Steven Emerson me llamó en 1994 para hablarme del Consejo de Relaciones Americano-Islámicas, pero yo concedí inicialmente a CAIR el beneficio de la duda. Al igual que otros, necesité tiempo para despertar al alcance total de la amenaza islamista en Occidente.

Los occidentales están despertando a esta amenaza realmente. Se puede tomar el vivo pulso de la tendencia examinando los acontecimientos de Europa, que en las cuestiones de la inmigración, el islam, los musulmanes, el islamismo y la shari’a (la ley islámica) va unos 20 años por delante de Norteamérica o Australia. Un indicio del cambio es el crecimiento de las formaciones políticas centradas en estas cuestiones, que incluyen el Partido por la Independencia británico, el Frente Nacional francés, el Partido Popular de Suiza, el Partido por la Libertad del holandés Geert Wilder, el Partido del Progreso en Noruega o los Demócratas suecos. En unos destacadoscomicios recientes, el británico Partido por la Independencia acabó en segundo puesto, elevando su porcentaje del voto del 4% al 28% y creando así una crisis en el seno del Partido Conservador.

Los votantes suecos aprobaron en referendo en el año 2009 la prohibición de los minaretes por un margen de 58 a 42, votación más significativa por su resultado que por sus implicaciones políticas, que fueron más bien nulas. Los sondeos entre la opinión pública de la época concluyen que otros europeos vienen a compartir estas opiniones en estas mismas proporciones. Los sondeos también detectan un acusado endurecimiento de las opiniones relativas a estas cuestiones con el paso de los años. He aquí unas encuestas recientes de Francia (con agradecimiento a Maxime Lépante):

 

Como destaca Soeren Kern, están apareciendo opiniones parecidas en torno al islam en Alemania. Un estudio reciente del Institut für Demoskopie Allensbach preguntaba por los rasgos que los alemanes atribuyen al islam:

  • 56%: lucha por ganar influencia política
  • 60%: venganza y represalias
  • 64%: violencia
  • 68%: intolerante con las demás confesiones
  • 70%: fanatismo y fundamentalismo
  • 83%: discriminación de la mujer

En contraste, sólo el 7% de los alemanes vincula al islam con aperturismo, tolerancia o respeto a los derechos humanos.

Estas mayorías importantes son más elevadas que en años anteriores, lo que sugiere que la opinión pública en Europa está adoptando posturas más firmes y que se volverá progresivamente más hostil aún al islamismo con el tiempo. De esta forma, la agresión islamista garantiza que el anti-islamismo gane su carrera al islamismo en Occidente. Los atentados musulmanes de alto nivel como los acaecidos en Boston precipitan esta tendencia. En eso estriba su relevancia estratégica. Eso explica mi optimismo cauto en lo que a repeler la amenaza islamista se refiere.

Categoría del Artículo:  Musulmanes en OccidenteTerrorismoEste texto podrá ser reproducido o reenviado mientras sea presentado en su integridad junto a información completa acerca de su autor, fecha, lugar de publicación y dirección web original.

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julio 13, 2013

Operativo de Al Shabaab sentenciado en tribunal federal de Manhattan a 111 meses de prisión por conspirar para apoyar y recibir entrenamiento militar de tipo de una organización terrorista extranjera

por goal

CACECERA DEL FBI

 

Preet Bharara, Fiscal de los Estados Unidos para el Distrito Sur de Nueva York, anunció que Mohamed Ahmed Ibrahim fue sentenciado hoy en el tribunal federal de Manhattan a 111 meses de prisión por conspirar para proveer apoyo material a y recibir instrucción militar de Al Shabaab, una organización terrorista con sede en Somalia. El Departamento de Estado de EE.UU. ha designado al Shabaab como una organización terrorista extranjera. Fue condenado por el Juez de Distrito de EE.UU. P. Kevin Castel.

Manhattan Preet Bharara EE.UU. Fiscal dijo: “Mohamed Ibrahim Ahmed viajó miles de kilómetros para alinearse con al Shabaab, para ayudar a su campaña de terror, y aprender sus” formas de guerra. ” Hoy en día, el viaje termina en la cárcel y marca la última victoria en nuestro constante esfuerzo por proteger a los estadounidenses contra el terrorismo en el país y en todo el mundo “.

De acuerdo con la información presentada superación a la corte federal de Manhattan, y documentos de la corte antes:

Al Shabaab ha utilizado la violencia para desestabilizar al gobierno de Somalia y para forzar la retirada de las tropas extranjeras del país. El grupo ha reclutado combatientes extranjeros a participar en su “guerra santa” en Somalia, lo que resulta en los hombres de otros países, entre ellos Estados Unidos, que viajan allí para participar en la yihad violenta. Al Shabaab también ha hecho numerosas declaraciones públicas, lo que demuestra su intención de dañar a los Estados Unidos.

A principios de 2009, Ahmed salió de su casa en Suecia y viajó a Somalia con el fin de apoyar y recibir entrenamiento de tipo militar de Al Shabaab. Mientras que en Somalia, Ahmed contribuyó aproximadamente 3.000 Euros a Al Shabaab, recibió entrenamiento e instrucción en relación con la fabricación de bombas y bombas de detonación, y compró un rifle AK-47, cargadores adicionales y dos granadas. Ahmed posteriormente siempre tenía su rifle y en estado de revista a un comandante de Al Shabaab militar.

Además de la pena de prisión, se firmó una orden de expulsión judicial, y Ahmed será deportado al terminar la frase. También se le ordenó pagar 200 dólares evaluación especial obligatorio.

Ahmed, de 38 años, nativo de Eritrea y residente legal en Suecia, fue detenido en Nigeria en noviembre de 2009. El 6 de marzo de 2010, Ahmed fue transferido a la custodia de los Estados Unidos y, posteriormente, trasladado al Distrito Sur de Nueva York para su enjuiciamiento.

Ahmed se declaró culpable en junio de 2012 de un cargo de conspiración para proveer apoyo material a una organización terrorista extranjera (Al Shabaab) y un cargo de conspiración para recibir entrenamiento de tipo militar de una organización terrorista extranjera (Al Shabaab).

El Sr. Bharara elogió el excelente trabajo de investigación del Grupo de Tareas Conjunta contra el Terrorismo del FBI con sede en Manhattan, que consiste principalmente de los agentes especiales del FBI y detectives del Departamento de Policía de Nueva York. También expresó su agradecimiento al Departamento de EE.UU. de la División de Seguridad Nacional del Departamento de Justicia, la Oficina de Asuntos Internacionales y el Departamento de Estado de EE.UU. por su extraordinaria ayuda en el caso. El Sr. Bharara agradeció a los gobiernos de Suecia y Nigeria, por su ayuda en este asunto.

Este caso está siendo manejado por el Terrorismo de la Oficina de Narcóticos y la Unidad Internacional. Asistente de Abogados de Estados Unidos Benjamin Naftalis, John P. Cronan y Rachel P. Kovner están a cargo de la acusación.

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